São 30 anos assessorando sonhos e participando do sucesso de muitos negócios

Conheça 30 dicas das histórias de sucesso a partir das lições que tiramos.

  1. A elaboração de um plano de negócios é de extrema importância, pois define a estrutura da sua empresa, além de estabelecer os critérios de investimento, capital humano, capital de giro e previsão de lucro. Porém muitas empresas ao elaborarem o Business Plan, se esquecem do custo dos tributos, o que pode até inviabilizar o negócio. É importante ter produtos e serviços diferenciados, porém prever todos os reflexos tributários e planejar bem suas operações, pode evitar prejuízos futuros.
  2. Os sócios são companheiros de jornada e podem complementar ideias ou competências que você não domina. Mas também podem se transformar em um transtorno litigioso. Com as sociedades unipessoais, a obrigação de se ter um sócio deixou de existir. A questão agora pode ser analisada sobre o prisma de “vantagem” ou “desvantagem” competitiva. Pense nisso!
  3. Utilizar-se de um modelo achado na internet é um dos maiores erros que um empresário pode cometer na abertura da sua empresa. Cada empresa possui características que lhes são peculiares. Os termos de um contrato bem redigido, além de garantir segurança aos sócios e ao negócio, pode evitar diversas complicações, litígios e prejuízos.
  4. Parece simples, mas pode dar muita dor de cabeça. Para um estabelecimento comercial funcionar, o imóvel deve estar regular perante a prefeitura, com habite-se comercial e alvará do corpo de bombeiros em dia. Portanto, antes de alugar ou adquirir o tão sonhado imóvel onde o seu negócio vai funcionar, se certifique das condições. Acione seu contador para uma análise prévia, visando atestar se a documentação e o zoneamento do imóvel estão de acordo com as atividades que serão exercidas no local.
  5. Por mais simples que seu negócio seja, pode ter certeza de que há regulamentações sobre ele, seja sanitária, de postura, localização, entre outras. A atenção as regulamentações podem evitar muitos problemas, inclusive interdição. Seu contador poderá ser um caminho para te ajudar a encontrar as exigências direcionadas ao seu negócio, mas em muitas situações é preciso uma assessoria especializada no segmento que você atua.
  6. Não tem como gerir um negócio sem um bom software de gestão. Além de um sistema que atenda às necessidades do seu negócio, se preocupe em atender as obrigatoriedades fiscais e integrar as informações com a sua contabilidade, evitando o reprocesso e a falta de informação exata para suas decisões.
  7. O orçamento empresarial é uma ferramenta de gestão muito importante que possibilita ao empresário planejar, prevenir e acompanhar os resultados futuros. Todo orçamento precisa estar alinhando diretamente com os objetivos estratégicos e operacionais do negócio.
  8. Ter um orçamento apenas não é suficiente. Não basta apenas planejar, é preciso acompanhar! É necessário que se faça com disciplina o acompanhamento mensal do que foi previsto com o que realmente está sendo realizado, pois isso manterá a visão ampla da empresa, lhe auxiliará na tomada de decisões mais certeiras, já que nem tudo sai como planejado e aumentará o engajamento dos seus colaboradores com os resultados.
  9. Ter em sua equipe pessoas de confiança, em que você pode deixar processos que exigem maior responsabilidade como a área financeira, é muito importante. Porém pessoas de confiança precisam também ser capazes de crescer tecnicamente a medida em que a empresa evolui. A limitação técnica de uma equipe pode impedir a profissionalização dos processos internos de uma empresa e afetar sua capacidade de adaptação as mudanças do mercado.
  10. A falta de registro de empregados é uma das maiores causas de reclamações trabalhistas e de multas aplicadas pelo Ministério do Trabalho. O trabalhador que é contratado para realizar qualquer atividade na empresa, de forma contínua e não eventual, com subordinação e pagamento de salário, mesmo que não seja registrado, tem garantido por lei, todos os direitos trabalhistas e previdenciários. A falta do registro, nem sempre culmina em economia, pois além de assumir uma contingência trabalhista, empresas do Lucro Real, deixam de deduzir o custo com o empregado não registrado, da base de cálculo do IRPJ e CSLL.
  11. Não pague a remuneração do empregado por fora, com o objetivo de economizar nos impostos e nos direitos trabalhistas. Além dos riscos de reclamação trabalhista e de fiscalização, trata-se de um procedimento inadequado, pois gera no empregado, a percepção de que está sendo lesado pela empresa, o que acaba por resultar em falta de engajamento. Pagar adequadamente seus colaboradores, além de uma exigência legal é uma prática muito produtiva e que gera bom relacionamento entre as partes.
  12. Depois da reforma trabalhista, muitas empresas estão migrando seus empregados de CLT para PJ, afastando o custo com direitos trabalhistas. Neste tema a dica é: Cuidado, pois existem riscos! Ainda que a reforma tenha aberto campo para essa discussão, em muitas relações é indubitável a permanência do vínculo empregatício, pelas características ainda percebidas de serviço de natureza não eventual, pessoal, prestado mediante o recebimento de salário e sob supervisão.
  13. Boa parte de insatisfações entre os empregados é a falta de alinhamento de suas atribuições no trabalho. O que a empresa quer e espera de um empregado em determinado cargo. Ter uma boa descrição de cargos, que deixe claro todas as atividades e responsabilidades do empregado, pode evitar conflitos e até reclamatórias trabalhistas. Procure ter também uma outra ferramenta importante, a tabela atualizada de Cargos e Salários, pois isso te ajudará a administrar melhor sua equipe frente ao mercado.
  14. Não é por acaso que muitos negócios que não seguem esta regra, fecham por problemas financeiros. O dinheiro da empresa não é o seu dinheiro. Suas despesas pessoais não são despesas da empresa. Separe as coisas e mantenha controle de tudo!
  15. Para ter controle das finanças e do lucro que a sua empresa irá gerar, é necessário estipular um salário para você, que poderá ser retirado na mesma data de pagamento dos empregados. Evite retirar valores fora das datas pré-determinadas e além da quantia que foi determinada. Desta forma, você contribui para uma boa gestão financeira da sua empresa.
  16. Frequentemente utilizada pelas empresas, as operações de empréstimo de dinheiro entre sócios e suas empresas, demandam cautela. Para a regularidade e comprovação da operação, é importante haver um contrato formal, cercando os detalhes como valor, prazo, juros e identificação clara das partes. O fisco poderá exigir a comprovação da efetiva entrega do numerário (lastro financeiro), bem como a origem do dinheiro. A falta desses elementos, abre campo para muitas interpretações que podem chegar à desqualificação da operação e exigência da tributação.
  17. Não seja tão “inocente”, com o conjunto de obrigações acessórias existentes, o fisco através de um fácil cruzamento de dados, consegue saber se você tem conta bancária, se sua movimentação é compatível com o seu faturamento e se obteve rendimentos de aplicações financeiras que não foram tributados.
  18. Um dos maiores índices de mortalidade das empresas é o fato de não saberem corretamente qual preço praticar. O conceito de margem de contribuição é um bom caminho para que a empresa possa adequar seus preços dentro do que ela almeja de resultados. A contabilidade é uma das melhores formas de evidenciação do real custo do seu negócio e através dela você pode conhecer sua margem de contribuição.
  19. Já há algum tempo, o Fisco consegue fiscalizar se o faturamento declarado de uma empresa é compatível com as vendas mediante cartão. As “administradoras de cartões de crédito” enviam semestralmente para o Fisco a DECRED, contendo informação sobre as operações com cartão de crédito, realizadas por pessoas físicas e jurídicas.
  20. Saiba quanto você irá precisar ter em mãos e quanto precisará para manter as despesas por um período. A contabilidade pode fazer com que a empresa tenha esses números para tomada de decisão a curto prazo, antes que a empresa tome o caminho da falta de caixa e da dependência de capital de terceiros.
  21. A inadimplência desequilibra seu fluxo de caixa e pode paralisar seu negócio. Ainda que a cobrança seja uma tarefa difícil e até mesmo constrangedora, é necessário estabelecer políticas e estratégias para fazer com que seus clientes quitem as dívidas com a sua empresa. Tenha um bom sistema de gestão financeira, crie uma régua de cobrança efetiva, lembre sempre seus clientes dos futuros vencimentos e se necessário contrate uma empresa especializada.
  22. Várias empresas têm direito a ressarcir valores de ICMS junto ao Fisco estadual e não sabem disto. Desconhecem que quando efetuam vendas de mercadorias para outros estados, as quais foram tributadas por substituição tributária quando adquiridas, elas têm direito ao ressarcimento. Contar com uma assessoria contábil com expertise em recuperação de tributos, entre outros benefícios, pode maximizar o seu fluxo caixa.
  23. Sociedades profissionais em que os sócios têm responsabilidade pessoal pelos serviços intelectuais que prestam, podem em alguns municípios, optar pelo pagamento do ISS por valor fixo ao invés de ser pelo faturamento. A economia pode ser significativa. Um contador pode te ajudar a analisar a viabilidade para sua empresa.
  24. Como todo investimento possui riscos, é preciso sempre buscar a diversificação como estratégia de não perder dinheiro. A performance positiva de alguns investimentos, podem neutralizar os prejuízos de outros, sem que isso represente perda definitiva pra você investidor.
  25. “Não coloque todos os seus ovos num único cesto”. As condições de todo negócio podem mudar em questão de meses e a concentração de sua carteira em poucos clientes ou em determinado nicho de mercado, pode levá-lo a perder parte essencial de suas receitas. Entretanto, ainda que a dica seja diversificar, é preciso analisar com cuidado qual o perfil de cliente é mais interessante para sua empresa. As vezes a diversificação pode representar até uma mudança completa da cultura do seu negócio e do seu modelo de vendas.
  26. O fato de escolher uma empresa contábil qualificada e de confiança, não exime os sócios da empresa de terem conhecimentos básicos de contabilidade e tributação. Assim procure sempre estar próximo de seu contador, buscando conhecer e acompanhar os números da contabilidade da sua empresa.
  27. “Gerenciar uma empresa sem bons relatórios financeiros em mãos é como pilotar um avião sem painel de controle”. Por isso interaja com seu contador! Pergunte e questione seu Balancete, o que significa cada conta. Com números confiáveis e com racionalidade, você terá condições de tomar as decisões difíceis e as vezes dolorosas que devem ser tomadas para o sucesso do negócio.
  28. Existem situações que a gente prefere que não aconteça. Contudo, é fundamental estar preparado para o que possa acontecer. O Planejamento Patrimonial garante a proteção do seu patrimônio e o da sua família. Além de evitar gastos desnecessários com o pagamento de tributos, também gera segurança familiar a longo prazo e sustentabilidade para o seu negócio.
  29. Processos de inventários podem ser complicados, longos e caros! Planejar a sucessão do seu negócio é garantir que os resultados do esforço e dedicação de uma vida inteira de trabalho não se percam pelo caminho. Com o planejamento sucessório, você deixa resolvida as questões financeiras, evita conflitos entre os herdeiros, preserva o patrimônio familiar, permite que seus beneficiários sejam atendidos conforme você determinar e pode ainda evitar impostos.
  30. Contabilidade é informação para decisão. O mercado avançou e os negócios evoluíram. O contador é peça fundamental nas decisões e estratégias das empresas. Todas as nossas 30 dicas, evidenciaram o papel importante de uma boa assessoria contábil nas fases de abertura, amadurecimento e consolidação de um negócio. Neste sentido, há 30 anos a Audicon Resolve!
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